É, o ser humano é mesmo muito complicado...
Bom, sabendo do meu talento pra área de humanas, sempre quis ser jornalista. Gostava de escrever, observar, ouvir...e aí também veio a dúvida da carreira de psicologia, sobre a minha forte tendência a gostar também dessa área.
Daí descobri a tempo que no fundo o que eu queria mesmo é conhecer mais as pessoas, e sendo uma boa psicóloga saberia entendê-las, mas como uma boa jornalista poderia observá-las e tentar comparar e classificar cada comportamento. O jornalismo venceu.
Ainda nem graduada já chego a conclusão de que sim, a complexidade é inimaginável e teria que estudar cada ser para chegar a um parecer "geral" visto a diferença, por menor que seja, entre cada um. Esta não é minha tarefa, nem emprego, mas nas poucas horas "vagas" é bom pensar sobre isso.
Ao me usar como exemplo vejo que não é fácil. Comparo a menina de antes, a adolescente de uns tempos e a mulher de hoje. Enxergo minhas atitudes, sentimentos e como hoje atribuo certo nível de importância (ou 'desimportância') a certos assuntos.
É nessas horas que a gente nunca sabe se tá melhor ou pior, porque sempre depende dos aspectos que se compara. Compara-se o bom humor, a inteligência, a maturidade, a experiência...mas principalmente se você se tornou menos sentimental e mais forte, menos preocupada com opiniões alheias e mais decidida, menos mártir e mais responsável pelas próprias ações.
E é vendo no que me torno todos os dias, já que estamos em constante mudança, que acho interessante essa "metamorfose", e também as vezes desisto de entender...
Mas ainda que não entendendo, compreendo, e torço para que os outros façam o mesmo!
Por Tábatha.
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