"Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz!"
(Fernando Anitelli)
Das palavras soltas que vêm à cabeça com o cotidiano, até os textos prontos de escritores interessantes.
domingo, 29 de agosto de 2010
domingo, 22 de agosto de 2010
Desapegar-se

Tem dia que bate aquela vontade de jogar fora tudo que tá pesando no quarto, seja aquela papelada inútil que acumula com anos de faculdade na ilusão de que sirvam um dia para a monografia que ainda não imagina o tema, aqueles chaveiros ultrapassados que se apega porque ganhou de alguém que já nem vê mais, pra talvez um dia dizer o que? "ah fulana, guardeu seu chaveiro pra vc ver a consideração por vc..."?, é, chaveiros medem graus de afeto...talvez..., se desfaz também das roupas que na esperança de que voltem a moda ou a servir, a gente insiste em deixar no armário...joga fora aquela escova de dente a mais de alguém que você quer tirar da sua vida também...resolve que fazer poemas não é tão legal assim e dá vontade de queimar o caderno com eles, mas aí a sessão descarrego acaba na hora, porque vc ainda quer lê-los um dia. O meu dia do desapego foi hoje...
E é quando o que importava não é mais tão importante assim, e de repente o valor que você dava a objetos inúteis, independente do significado ou pessoa que esteja por "trás" dele, não é o valor que a tal coisa mereça.
Todo mundo tem que ter esse dia do desapego...duas vezes no ano ou mais, no mínimo...(eu ainda acho que tenho feito isso muito pouco)...a sensação de liberdade de uma simples lata de lixo com tudo dentro, não se compara a admiração de entulhar até não saber quando, inutilidades carregadas de sentimentos, valores e o mais importante... a poeira do que não é mais ou do que não deve existir e que impede que o novo preencha esse espaço.Tente você também!
Por Tábatha.
domingo, 15 de agosto de 2010
Acordo de um inconstante.
Na luta para não ser pega de surpresa, a batalha acaba sendo o surpreendente. Principalmente quando não temos tempo de pensar em uma estratégia para escolher lados… ou para avaliarmos alguma possível perda. Daí a conseqüência do que pode ou não ser inconseqüente vem a tona com o tempo, e só me cabe esperar.
Não tenho mais nenhuma expectativa com relação a certas lutas específicas (já que cada um tem sempre alguma). Se tenho lutado é mais para não mudar essa falta de motivação do que para conseguir algo dela.
Eu não espero, não desespero...eu quero assim...inconstante.Já que a estabilidade ao seu lado seria uma desconfiança e a separação uma perda de tempo. Então fica combinado, a gente mata a vontade, deixa um lugar pra saudade, e tenta não se apaixonar!
obs: as reflexões são gerais, não pessoais.
Por Tábatha.
Não tenho mais nenhuma expectativa com relação a certas lutas específicas (já que cada um tem sempre alguma). Se tenho lutado é mais para não mudar essa falta de motivação do que para conseguir algo dela.
Eu não espero, não desespero...eu quero assim...inconstante.Já que a estabilidade ao seu lado seria uma desconfiança e a separação uma perda de tempo. Então fica combinado, a gente mata a vontade, deixa um lugar pra saudade, e tenta não se apaixonar!
obs: as reflexões são gerais, não pessoais.
Por Tábatha.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Por Brena
Bom, totalmente sem tempo de sentar mega inspirada e escrever (apesar de que assuntos nao têm faltado) vai mais um post da Brena Braz, que diz tudo o que eu também diria:
"Quem teve a infame idéia de determinar o que é certo pra vida das pessoas como se todo mundo tivesse que ser igual? “Tias velhas” que te perguntam toda semana porque você não tem um namorado sem cogitar a hipótese de que você não está namorando porque não aceita qualquer coisa e não vai pegar o primeiro “mala” que aparecer na sua frente com promessas idiotas. Quem foi que inventou que a gente tem uma idade pra casar? E que tem alguma coisa errada com a pessoa porque ela se aproxima dos 30 anos e não se casou ainda. Quem é o fiscal do tempo? Por que alguém não pode se casar com 40 anos? Acho estranho como as pessoas têm essa mania incontrolável de querer fiscalizar a vida das outras, ditando regras e criando padrões.
O resultado disso? Pessoas frustradas. Todas. Pessoas que fazem o que querem, mas se perguntam se deveriam fazer como manda a regra. Pessoas que seguem as regras, mas percebem que, no fundo, deveriam fazer o que elas realmente gostariam de fazer. Casamentos frustrados. Mulheres que se casam antes que fiquem “velhas demais” pra se casar. Homens que se casam porque empurraram um namoro com a barriga por sete anos (e agora a barriga está tão grande que ele se vê lerdo, prostrado diante da TV assistindo Faustão domingo à tarde enquanto a namorada passa creme de pepino na cara e faz chapinha no cabelo).
Você tem que ter 1,80m, pesar 50 quilos, ser loira, linda e difícil. Tomar a iniciativa? Jamais. Ter 31 anos e namorar um bonitão de 19? Tá louca! A menos que você seja a Ivete Sangalo... e mesmo assim, vai ter que agüentar as capas de jornais e revistas de todo o país divulgando o “mico”.
Namore caras mais velhos, ricos e independentes. Case-se antes dos 30. Seja linda. Independente. Ganhe bem - mesmo que todo seu dinheiro seja torrado em bolsas Louis Vuitton e sapatos Prada. Tenha um cachorro de bolsa. Sorria quando quiser chorar. Tome remédios pra dormir. Tenha o Prozac como seu melhor amigo. E, se sobreviver a tudo isso, me conte depois. Vou querer estar aqui pra saber..."
Brena Braz
"Quem teve a infame idéia de determinar o que é certo pra vida das pessoas como se todo mundo tivesse que ser igual? “Tias velhas” que te perguntam toda semana porque você não tem um namorado sem cogitar a hipótese de que você não está namorando porque não aceita qualquer coisa e não vai pegar o primeiro “mala” que aparecer na sua frente com promessas idiotas. Quem foi que inventou que a gente tem uma idade pra casar? E que tem alguma coisa errada com a pessoa porque ela se aproxima dos 30 anos e não se casou ainda. Quem é o fiscal do tempo? Por que alguém não pode se casar com 40 anos? Acho estranho como as pessoas têm essa mania incontrolável de querer fiscalizar a vida das outras, ditando regras e criando padrões.
O resultado disso? Pessoas frustradas. Todas. Pessoas que fazem o que querem, mas se perguntam se deveriam fazer como manda a regra. Pessoas que seguem as regras, mas percebem que, no fundo, deveriam fazer o que elas realmente gostariam de fazer. Casamentos frustrados. Mulheres que se casam antes que fiquem “velhas demais” pra se casar. Homens que se casam porque empurraram um namoro com a barriga por sete anos (e agora a barriga está tão grande que ele se vê lerdo, prostrado diante da TV assistindo Faustão domingo à tarde enquanto a namorada passa creme de pepino na cara e faz chapinha no cabelo).
Você tem que ter 1,80m, pesar 50 quilos, ser loira, linda e difícil. Tomar a iniciativa? Jamais. Ter 31 anos e namorar um bonitão de 19? Tá louca! A menos que você seja a Ivete Sangalo... e mesmo assim, vai ter que agüentar as capas de jornais e revistas de todo o país divulgando o “mico”.
Namore caras mais velhos, ricos e independentes. Case-se antes dos 30. Seja linda. Independente. Ganhe bem - mesmo que todo seu dinheiro seja torrado em bolsas Louis Vuitton e sapatos Prada. Tenha um cachorro de bolsa. Sorria quando quiser chorar. Tome remédios pra dormir. Tenha o Prozac como seu melhor amigo. E, se sobreviver a tudo isso, me conte depois. Vou querer estar aqui pra saber..."
Brena Braz
terça-feira, 3 de agosto de 2010
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