Sendo uma das características principais das pinturas de Da Vinci a utilização de figuras humanas perfeitas e com expressões de sentimento, detalhismo artístico, pediríamos que pintasse o seu rosto, que mais do que qualquer perfeição de mulher, é espelho da sua alma, por meio do qual você não consegue esconder nada, alegria, frustração, medo, amor, preocupação...
Ao olhar para a sua determinação e força de vontade, e notar cada vez mais como isso só te torna cada vez mais vital, temos que concordar com a frase do filósofo Sócrates, que diz que: “A ociosidade é que envelhece, não o trabalho”.
Discordamos do significado do Wikipédia para a palavra Mãe, de que ‘é o ser do sexo feminino que gera uma vida’, não, não é só isso... e só quem é sabe descrever...mas nos atrevemos a tentar simplificar que Mãe é tudo, é amiga, é amor, é paciência, é equilíbrio, é eternidade, é família, é pressentimento, é cuidado, é doação, é exemplo!
Impossível que a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) consiga um coração mais recheado de amor e compaixão como o seu, caso existisse forma de medir o grau de sentimento do órgão.
Propagandas de roupas... tão tolas essas revistas Nova, Marie Claire, que exibem modelos com cara de morte e fome, eu preferiria você e os seus vestidos coloridos ou listrados, cujo sorriso do seu rosto, quando feliz, ilumina não só você, mas transmite leveza e luz, que saem dos seus olhinhos brilhantes, para qualquer foto tirada no exato momento.
A distância ajuda a sentir coisas que não se sente no aconchego do dia a dia e companhia, daí a escritora Martha Medeiros diz bem qual sentimento dói mais com a separação pelos Km, “Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade...”.
Aliás, já que o Lula anuncia tantas futuras obras, porque não resolve encurtar a estrada entre Mariana e Sete Lagoas para o bem de todos? =p
Governar uma casa, uma família, um cotidiano... quem é a Rainha Elizabeth da Inglaterra de 1558 para merecer mais o trono do que você merecer o título de mulher maravilhosa e mãe.
Tantos elogios não querem imitar o sensacionalismo praticado pela Veja, que é o exagero, apelo forte às emoções, não, não, só dissemos nada mais do que a verdade, e ainda faltando muito mais qualidades a serem atribuídas a você como mulher, mãe e esposa.
Parecermos-nos com a série A Grande Família, pode até chegar perto, com todas as suas conturbações, histórias cômicas e trágicas, da gargalhada ao drama, porém há também a beleza da união tão grande que chega a causar inveja em muita gente.
E quando a discussão ou temperamento alterado é inevitável, e a consequência do sofrimento e mágoa permeiam, é fácil e instantâneo lembrar que será passageiro; que momentos felizes, conversas compreensivas e o amor é que irão persistir. Pois é como cita o grande poeta Carlos Drummond de Andrade: “Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão”.
Pois é, e ainda não sei como a jornalista Fátima Bernardes ainda não noticiou sobre a melhor mãe do mundo, e para nós sobre a melhor família que poderíamos ter. =p
Em homenagem ao dia das mães.
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Por Tábatha.
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