-- Carlos Drummond de Andrade
'O grande barato da vida é olhar para trás e sentir orgulho da sua história.
O grande lance é viver cada momento como se a receita da felicidade fosse o aqui agora!
Claro que a vida prega peças.
É lógico que, por vezes, o bolo sola, o pneu fura,
chove demais. Mas, pensa só: tem graça viver sem rir de gargalhar
pelo menos uma vez ao dia? Tem sentido ficar irritado durante o dia todo por
causa de uma discussão na ida pro trabalho?
2010 foi um ano cheio.
Foi cheio de coisas boas e realizações, mas também cheio
de problemas e desilusões. Normal. Às vezes se espera demais das pessoas.
Normal. A grana que não veio, o amigo que decepcionou, o amor que acabou.
Normal.
2011 não vai ser diferente. Muda século, milênio muda, mas o homem é
cheio de imperfeições, a natureza tem sua personalidade que nem sempre é a
que a gente deseja, mas e aí? Fazer o quê? Acabar com o seu dia? Com o seu
bom humor? Com sua esperança?
O que eu desejo pra todos nós é
sabedoria! É que todos nós saibamos transformar
tudo em uma boa experiência!
Que todos consigamos perdoar o desconhecido mal
educado. Ele passou na sua vida. Não pode ser responsável por um dia ruim.
Entender o amigo que não merece nossa melhor parte. Se ele decepcionou,passa
pra categoria 3, a dos amigos até a página 8. Ou muda de classe,vira colega.
Além do mais, a gente, provavelmente, também já decepcionou alguém. O nosso
desejo não se realizou? Beleza,não tava na hora, não deveria ser a melhor coisa
pra esse momento(me lembro sempre de uma frase que adoro: cuidado com seus
desejos,eles podem se tornar realidade).
Chorar de dor, de solidão, de tristeza,
faz parte do ser humano. Não adianta
lutar contra isso. Mas se a gente se
entende e permite olhar o outro e o mundo
com generosidade, as coisas ficam
diferentes. Desejo pra todo mundo esse olhar
especial.
2011 pode ser
um ano especial se nosso olhar for diferente. Pode ser muito
legal, se entendermos nossas fragilidades e egoísmos, e dermos a volta nisso.
Somos fracos, mas podemos melhorar. Somos egoístas, mas podemos entender o
outro.
2011 pode ser o bicho, o máximo, maravilhoso, lindo, maneiro, especial.
Pode ser puro orgulho.
Depende de mim!
De você!
Pode ser.
E que seja!!!
Feliz olhar novo!
Que a virada do ano não seja
somente uma data, mas um momento para repensar tudo
o que fizemos e que desejamos, afinal sonhos e desejos podem se tornar realidade
somente se fizermos jus e acreditarmos neles!'
Das palavras soltas que vêm à cabeça com o cotidiano, até os textos prontos de escritores interessantes.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
quarta-feira, 20 de outubro de 2010
À VOCÊS

Belinha, Cassinha, Deh, Gabi, Malu, Palloma, Renatinha, Savynha, Yaya.
Olha o que a vida apronta com a gente... um bando de garotas que no ensino médio decide montar um grupo denominado "Hermanas", compartilham momentos emocionantes, tristes, solidários, enfim... horas inesquecíveis, únicas..que digo com convicção que ficou no coração e memória de cada uma. Bom, falando assim no passado parecem ter terminado, mas não, elas continuam, e vão se fixando no pensamento da mesma maneira...algumas horas com mais ou menos intensidade, mas sei que ficam.
Passamos por separações por parte de algumas 'integrantes', mas no fim das contas sei que o que tá junto até hoje é o que ficou de verdadeiro desse conjunto todo e espero que esteja pra sempre.
Acostumadas a proximidade, mesmo que apenas de escolas, de bairros, hoje a distância é maior...e o tempo brinca com a gente. Cada uma em uma cidade, em um curso, em um novo grupo de amigos ou namorado... todas com uma vida nova, as vezes até estranha à outras, mas ainda assim com a certeza de estarmos unidas no sentimento de amizade e amor que reina a cada encontro.
A maior segurança que tenho é saber que tenho com quem contar, independente do tempo que ficamos sem nos falar,é essa liberdade de ir e vir e ainda assim, vê-las lá, com o sorriso intacto e a compreensão sem falhas, aceitando as mudanças de cada uma, sem deixar de lembrar que o sentimento nao muda.
Agradeço a cada momento por existirem, com suas qualidades, defeitos, manias...mas que as tornam especiais e insubstituíveis pra mim!
Por Tábatha.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Planos e perdas

A gente sempre acha que tem um plano.
Planeja a semana, o fim de semana, o feriado, as férias, a rotina, a vida... a gente só não planeja o que sentir. A gente acha que ta tudo sob controle e no fim das contas não ta nada.
Planeja-se conquistar, perdoar, se interessar, adorar, jogar... mas a gente não planeja se envolver rápido, gostar demais... o plano é sempre ser capaz de ir embora a qualquer momento ou de jamais deixar o escudo cair antes do tempo, como sempre faz.
O plano as vezes funciona...mas isso quando realmente predestinado a jamais falhar com certas pessoas...já quando ele não tem sucesso, não há novos planejamentos que contornem o estrago já feito.
No momento que ele falha, metade do plano já deu certo, você jogou, conquistou, se divertiu...e na segunda parte você se perdeu. Esqueceu de não se apaixonar, de não se machucar, de não colocar seus sentimentos na bandeja pra alguém que você sequer acha que saberá se servir da maneira correta.
“E o que fazer quando isso acontece?”
Bom, sem querer ser prática demais ou clichê... “o que já deveria ter feito antes: sair correndo”. Essa é a parte em que eu chamo de solução extrema. É quando você vê que até se excedeu na primeira parte, fez demais, a mais... e não teve via de mão dupla, foi única, e continuará sendo.
Sem se mostrar mal agradecida, dirá que sabendo que não existe perfeição, e ainda que o ser humano esteja próximo disso, falta-lhe o principal, atitude. Então se cabe a quem planejou e se fudeu tomar alguma, será a de parar de fazer planos com essa pessoa, e pensar só em uma ação: esquecer.
Por Tábatha.
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
A complicação humana
É, o ser humano é mesmo muito complicado...
Bom, sabendo do meu talento pra área de humanas, sempre quis ser jornalista. Gostava de escrever, observar, ouvir...e aí também veio a dúvida da carreira de psicologia, sobre a minha forte tendência a gostar também dessa área.
Daí descobri a tempo que no fundo o que eu queria mesmo é conhecer mais as pessoas, e sendo uma boa psicóloga saberia entendê-las, mas como uma boa jornalista poderia observá-las e tentar comparar e classificar cada comportamento. O jornalismo venceu.
Ainda nem graduada já chego a conclusão de que sim, a complexidade é inimaginável e teria que estudar cada ser para chegar a um parecer "geral" visto a diferença, por menor que seja, entre cada um. Esta não é minha tarefa, nem emprego, mas nas poucas horas "vagas" é bom pensar sobre isso.
Ao me usar como exemplo vejo que não é fácil. Comparo a menina de antes, a adolescente de uns tempos e a mulher de hoje. Enxergo minhas atitudes, sentimentos e como hoje atribuo certo nível de importância (ou 'desimportância') a certos assuntos.
É nessas horas que a gente nunca sabe se tá melhor ou pior, porque sempre depende dos aspectos que se compara. Compara-se o bom humor, a inteligência, a maturidade, a experiência...mas principalmente se você se tornou menos sentimental e mais forte, menos preocupada com opiniões alheias e mais decidida, menos mártir e mais responsável pelas próprias ações.
E é vendo no que me torno todos os dias, já que estamos em constante mudança, que acho interessante essa "metamorfose", e também as vezes desisto de entender...
Mas ainda que não entendendo, compreendo, e torço para que os outros façam o mesmo!
Por Tábatha.
Bom, sabendo do meu talento pra área de humanas, sempre quis ser jornalista. Gostava de escrever, observar, ouvir...e aí também veio a dúvida da carreira de psicologia, sobre a minha forte tendência a gostar também dessa área.
Daí descobri a tempo que no fundo o que eu queria mesmo é conhecer mais as pessoas, e sendo uma boa psicóloga saberia entendê-las, mas como uma boa jornalista poderia observá-las e tentar comparar e classificar cada comportamento. O jornalismo venceu.
Ainda nem graduada já chego a conclusão de que sim, a complexidade é inimaginável e teria que estudar cada ser para chegar a um parecer "geral" visto a diferença, por menor que seja, entre cada um. Esta não é minha tarefa, nem emprego, mas nas poucas horas "vagas" é bom pensar sobre isso.
Ao me usar como exemplo vejo que não é fácil. Comparo a menina de antes, a adolescente de uns tempos e a mulher de hoje. Enxergo minhas atitudes, sentimentos e como hoje atribuo certo nível de importância (ou 'desimportância') a certos assuntos.
É nessas horas que a gente nunca sabe se tá melhor ou pior, porque sempre depende dos aspectos que se compara. Compara-se o bom humor, a inteligência, a maturidade, a experiência...mas principalmente se você se tornou menos sentimental e mais forte, menos preocupada com opiniões alheias e mais decidida, menos mártir e mais responsável pelas próprias ações.
E é vendo no que me torno todos os dias, já que estamos em constante mudança, que acho interessante essa "metamorfose", e também as vezes desisto de entender...
Mas ainda que não entendendo, compreendo, e torço para que os outros façam o mesmo!
Por Tábatha.
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
À emoção e à razão

Recorri a mais um tema da Brena hoje:
"Dizem que a mulher é mais emoção, mas, me desculpem. Quando decidimos algo importante na nossa vida, somos só razão. E a razão demora. Pensa. Repensa. Pesa. Calcula. Avalia. A razão dá chance. Acredita na mudança. A razão faz a gente mudar. A emoção é toda atrapalhada. A emoção sai batendo a porta. A emoção grita. Xinga. Esperneia. Faz pirraça. Chora. A emoção põe tudo a perder no momento errado. Mulher é muito assim. Emoção pura ao longo do caminho. Mas a gente sabe que, quando a decisão é séria, a coisa precisa ser pensada. E a gente não põe tudo a perder a toa.
Quando damos a cartada final é porque não há mais nada a perder. A gente já olhou por todos os ângulos, já fez os cálculos de todas as probabilidades disso dar certo e concluiu que não dá. A gente vai sentir falta. O domingo à noite vai ser foda. Vai doer pensar que ele vai ser de outra. Mas tudo isso a gente já pensou antes. Nada disso vai ser mais foda do que continuar no relacionamento.
Relacionamentos são pra deixar a gente mais feliz. Estou falando de rolo, namoro, casamento. Se veio mais um pra ficar com a gente, é pra somar. Se ta dando dor de cabeça, se ta pesado, se ta sofrido, se ta fazendo mal, melhor sem ele.
Já fui só emoção. Daquele tipo de mulher que desliga telefone na cara, depois liga de novo (a doida, né?!). Que termina namoro na hora que ta irritada. Que vai embora da casa do namorado carregando a mala. Que procura pra voltar, em prantos. Que fala, grita, xinga e chora ao mesmo tempo. Nada que uma dose cavalar de razão e cabeça fria não resolvam. Hoje, deixo as coisas pra resolver depois. De cabeça fria, a gente pensa melhor e corre menos risco de fazer merda. Hoje, depois de ter dito muita coisa que magoou muita gente e ter ouvido muita coisa que me magoou, eu penso antes de falar. Eu respiro fundo e conto até cem mil se precisar. A palavra dita não tem volta. A ferida que ela causa fica pra sempre. Então, hoje, prefiro ser mais razão e menos emoção. Prefiro demorar pra tomar decisões, mas fazer a coisa certa. ''
Para homens e mulheres refletirem.
Brena Braz.
quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Não se sabe...

Caminha-se como quem tem um destino certo
Passos apressados para logo chegar
Não se sabe que a pressa é refúgio
Estratégia para em nada pensar...
Inspira bem fundo, tenta prender a respiração
Parece querer absorver cada cheiro
Não se sabe que o ar é remédio
Para encher o cérebro, preencher o desespero...
Fala rápido, como se não pensasse antes
Poderia dizer que não mede o que diz
Não se sabe que já planejou cada sílaba
Que não diria nada que depois a deixasse infeliz...
Protege-se dos olhares ao evitar ambientes nada costumeiros
Como quem não quer se identificar
Não se sabe que isso não é preconceito de sua parte
Apenas receio de nunca se encaixar...
Possui uma energia que inveja os preguiçosos
Algo parecido com uma mistura de força e prazer
Não se sabe que a ação é uma companheira
De quem quer descobrir a cada novo dia o que fazer...
Por Tábatha.
quarta-feira, 22 de setembro de 2010
E a gente cresce...
E quando a realidade bate na nossa cara a gente já é adulto. E se não é, já vive como um. E aí a gente deseja tanta coisa...quer ser aquela criança de 5 anos que ainda não sabe o que é vestibular, monografia, mercado de trabalho... ou aquele universitário despreocupado que não se lembra nas horas sãs nem qual é o seu curso...
Bem...sem dizer que desejar isso seja algo que me levaria a algum lugar, mas não deixa de ser impossível certas horas não sentir essa vontade de jogar tudo pro alto. A gente entra em um espaço de experimentação, que dizem ser a faculdade, mas descobre-se que na verdade a gente não tá treinando, já se vive, dando a cara a tapa e sendo cobrados como qualquer profissional ou uma mulher mais velha.
Nunca desejei ser dependente de ninguém, e gente assim sabe que antes de desejar ser a garotinha de 5 anos ou o universitário acomodado, deseja-se uma vida boa, um futuro menos incerto e um orgulho de si próprio antes mesmo do que quer que os pais e outros ao redor sintam.
Eu faço as coisas por mim.Sempre fiz. Até mesmo quando agrado os outros pensei antes no que eu sentiria caso não o tivesse feito. Egoísmo? Pode ser. Quem é que sobrevive sem pensar em si mesmo nesse mundo né. No entanto, existem egoísmos onde há espaço para preocupações além das próprias. Acho que o meu tipo é esse, que não passaria por cima de algo em detrimento de suprir esse ego, porque preferiria massageá-lo sabendo que fiz o certo.
O foda é quando a gente de repente leva um soco na cara ao ver que mesmo não recebendo algo em troca, não consegue nem mesmo o reconhecimento. Se ganha tantos sorrisos e elogios quando se é mais novo, as vezes até dispensáveis no momento, e quando mais precisa-se dele, cadê?
É difícil não lembrar que se pode ser cobrado como uma pessoa que deve fazer tudo certo..mas é ruim errar e ver que não podia ter errado....que o fato de ter sido precipitado te torna para alguém, "egocêntrico e vivente de um mundo "cor de rosa" ", o qual você não sabe nem como deve ser por ter vivido sempre em busca do seu próprio mundo, que se tiver cor, que seja todas, porque já viveu desde a mais linda até a mais 'breu', da luz ao buraco, e vice-versa...então que o rosa seja denominado de quem não batalha ou não tem sonhos que queira tornar concretos, porque quero que o meu mundo seja azul, caso a cor da esperança seja essa!!!
Por Tábatha.
Bem...sem dizer que desejar isso seja algo que me levaria a algum lugar, mas não deixa de ser impossível certas horas não sentir essa vontade de jogar tudo pro alto. A gente entra em um espaço de experimentação, que dizem ser a faculdade, mas descobre-se que na verdade a gente não tá treinando, já se vive, dando a cara a tapa e sendo cobrados como qualquer profissional ou uma mulher mais velha.
Nunca desejei ser dependente de ninguém, e gente assim sabe que antes de desejar ser a garotinha de 5 anos ou o universitário acomodado, deseja-se uma vida boa, um futuro menos incerto e um orgulho de si próprio antes mesmo do que quer que os pais e outros ao redor sintam.
Eu faço as coisas por mim.Sempre fiz. Até mesmo quando agrado os outros pensei antes no que eu sentiria caso não o tivesse feito. Egoísmo? Pode ser. Quem é que sobrevive sem pensar em si mesmo nesse mundo né. No entanto, existem egoísmos onde há espaço para preocupações além das próprias. Acho que o meu tipo é esse, que não passaria por cima de algo em detrimento de suprir esse ego, porque preferiria massageá-lo sabendo que fiz o certo.
O foda é quando a gente de repente leva um soco na cara ao ver que mesmo não recebendo algo em troca, não consegue nem mesmo o reconhecimento. Se ganha tantos sorrisos e elogios quando se é mais novo, as vezes até dispensáveis no momento, e quando mais precisa-se dele, cadê?
É difícil não lembrar que se pode ser cobrado como uma pessoa que deve fazer tudo certo..mas é ruim errar e ver que não podia ter errado....que o fato de ter sido precipitado te torna para alguém, "egocêntrico e vivente de um mundo "cor de rosa" ", o qual você não sabe nem como deve ser por ter vivido sempre em busca do seu próprio mundo, que se tiver cor, que seja todas, porque já viveu desde a mais linda até a mais 'breu', da luz ao buraco, e vice-versa...então que o rosa seja denominado de quem não batalha ou não tem sonhos que queira tornar concretos, porque quero que o meu mundo seja azul, caso a cor da esperança seja essa!!!
Por Tábatha.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
...
"Então me diz qual é a graça
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?"
(Paulinho Moska)
De já saber o fim da estrada,
Quando se parte rumo ao nada?"
(Paulinho Moska)
sábado, 18 de setembro de 2010
A carne é fraca

"...e sentada na sacada, após meditar por longos quinze minutos, reflete: a carne É fraca. Frente à essa fragilidade, temos ainda que demonstrar força. Buscar ser fortes de qualquer maneira. Até que, chega uma hora em que, se essa fortaleza não é real, tudo desaba: você, no choro, na falsidade ideológica em que andava vivendo. Cai de boca nessa felicidade que é saborosa, mas pode acabar a qualquer minuto.
Prometi que nunca mais, e aqui estou eu: talvez feliz, um pouco confusa, mas com uma adrenalina e um sentimento inexplicável dentro de mim. Por mais que não valha nada. Por mais que tudo seja passageiro. Que passe, mas que marque; pra sempre. Apenas ele tem o sorriso que consegue desfazer qualquer escudo sólido que construí, meses à fio. É ele quem me tira o sossego, e devolve quando necessário. Que não é clichê, e ouve quando digo o quanto tudo o que lemos, se formos pensar, se encaixa na nossa vida, no nosso momento. Mesmo sem saber, é o tal quem me faz rir sozinha vendo algo, e pensando em lhe contar mais tarde. Ou que, quase me faz jogar no lixo a cartilha em que descrevi meus princípios, com a sua eloqüente capacidade de convencimento. Lobo em pele de cordeiro, sedento também pela mesa aqui posta. Conversa comigo sob travesseiros, e uma janela onde chove.. E que mesmo nessa confusão toda, esse caminho sem placas, e sinalizações, sigo; pode ser cega, ou emotiva, mas vou indo. Me perdendo, consumindo. Deixando queimar. É a saudade morta, explico. Ficou aqui em mim, e destruiu base, pó, e rímel. A carne é fraca, ou a fraqueza está dentro de mim, e dessa minha cabeça confusa, em uníssono ao meu coração enorme? Eu só quero felicidade, e cumplicidade. Tentei em outros seres, e desculpa, não consegui. Você sabe que é capaz de me fazer largar o mundo, a minha tão almejada estabilidade, pra entrar nas curvas sinuosas e inesperadas, que é a sua vida. Novamente. E se preciso, de novo, e de novo. Fingindo ser a primeira vez; jurando não ser a última. Se diz você, que te enlouqueço, esqueci eu de confimar e dizer que, você também tem o poder de me deixar doida. E tenho apenas a te agradecer por isso. Se a carne é fraca, não há mesmo muito o que fazer. É química, explosão, necessidade. Então, como não participar feliz do banquete, desse churrasco apetitoso? Me delicio, e penso: que seja louco, mas que dure. Vocação pra vegetariana: zero. Deus me deixou cair em tentação. E tem me livrado do mal.Amém!"
(por http://www.calmila.blogspot.com/)
quinta-feira, 16 de setembro de 2010
Sentimentos alheios
Vejo muitos indivíduos presos aos sentimentos dos outros e não aos próprios.Longe de mim não me importar com o que pessoas que são ou já foram importantes para mim, sentem. Mas se tem uma coisa que posso fazer por mim e por elas é dizer a verdade, o que incluiria magoá-las algumas vezes mas tendo a certeza de que elas aprenderão com isso, e até me entenderiam um dia.
Faria isso porque odiaria que se prendessem ao que sinto, caso não sentissem o mesmo. Odeio pena, principalmente se isso se refere a mim. Se já cheguei a sentir pena dos outros?várias vezes e por diversos motivos, mas na mesma hora tentei imaginar que cada um já tem os momentos de pena de si mesmo e faz algo com isso, nem que seja pedir ajuda. E existem penas diferentes, motivos diferentes e situações mais diversas ainda.
Bom,coração de "pedra",nunca tive talento para auto-flagelação. Sofro sim, chego a morrer por dentro, mas me recupero internamente, e se não transpareço é porque não quero ajuda, é um processo meu, e só meu. Guardo muito as coisas, mas nunca soube fingir que a raiva nao me consumia, nem que o "tudo bem" não é mesmo td bem. Eu exponho se acho q falar vai me fazer bem ou levar alguem ou algo a uma solução melhor pra ambos, mas muitas vezes acato o meu sentimento como uma reflexão, por mais que visivelmente me vejam nesse estado, eu me calo, parece um estado de estudo, prazer e dor do próprio pensar. É, bem complexo.
Mas voltando a prisão pelo alheio, os que se sujeitam a isso, é porque realmente resolveram abandonar a própria felicidade e prazer em prol do outro. Bem, talvez isso seja um sentimento recíproco então ao sentimento do outrem né?Afinal, é tanto sacrifício (pelo menos eu acho). Vai entender!!!
Por Tábatha.
Faria isso porque odiaria que se prendessem ao que sinto, caso não sentissem o mesmo. Odeio pena, principalmente se isso se refere a mim. Se já cheguei a sentir pena dos outros?várias vezes e por diversos motivos, mas na mesma hora tentei imaginar que cada um já tem os momentos de pena de si mesmo e faz algo com isso, nem que seja pedir ajuda. E existem penas diferentes, motivos diferentes e situações mais diversas ainda.
Bom,coração de "pedra",nunca tive talento para auto-flagelação. Sofro sim, chego a morrer por dentro, mas me recupero internamente, e se não transpareço é porque não quero ajuda, é um processo meu, e só meu. Guardo muito as coisas, mas nunca soube fingir que a raiva nao me consumia, nem que o "tudo bem" não é mesmo td bem. Eu exponho se acho q falar vai me fazer bem ou levar alguem ou algo a uma solução melhor pra ambos, mas muitas vezes acato o meu sentimento como uma reflexão, por mais que visivelmente me vejam nesse estado, eu me calo, parece um estado de estudo, prazer e dor do próprio pensar. É, bem complexo.
Mas voltando a prisão pelo alheio, os que se sujeitam a isso, é porque realmente resolveram abandonar a própria felicidade e prazer em prol do outro. Bem, talvez isso seja um sentimento recíproco então ao sentimento do outrem né?Afinal, é tanto sacrifício (pelo menos eu acho). Vai entender!!!
Por Tábatha.
quinta-feira, 9 de setembro de 2010
Comportamento feminino

"Por que Eva comeu a maçã?
No início, Eva não queria comer a maçã...
- Come - disse a serpente - e serás como os anjos!
- Não! - respondeu Eva.
- Terás o conhecimento do Bem e do Mal - insistiu a víbora.
- Não!
- Serás imortal - retrucou a serpente, tentadora.
- Não!
- Serás como Deus! - disse o animal rastejante.
- Não, e não!
A serpente já estava desesperada e não sabia o que fazer para que a Eva comesse a maçã.
Até que teve uma idéia. Ofereceu-lhe novamente a fruta e disse:
- Come que emagrece!
Aí fudeu..."
kkkkkkkkkkkkk...
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Gostar sem precisar

"Outro dia conversando com uma amiga discutíamos a dificuldade que as mulheres têm de ficarem sozinhas. Por que só se sentem felizes e completas se estiverem acompanhadas? Já vi mulheres lindas, inteligentes e financeiramente independentes que desabam e desconfiam de todo seu potencial pelo simples fato de não conseguirem um namorado. Tudo isso faz com que muitas vezes apesar de nós mulheres sabermos que o cara não nos merece, insistimos em procurá-lo, as vezes sabemos que ele não vai nos ligar no outro dia mas ainda sim dormimos na casa dele, sabemos que vamos vê-lo com outras meninas e que ele só vai responder nossas mensagens se estiver sem planos para o domingo, mas ainda assim não conseguimos nos desvencilhar dessa relação que, consome ao poucos, cada pedacinho da auto estima que ainda nos resta. É a incapacidade de ser sozinha que faz as mulheres não terminarem namoros que já não tem nada mais a lhes oferecer, é o medo de voltar ao mercado dos relacionamentos e ter que aturar vários caras desprezíveis que faz com a maior parte das mulheres se prenda a namoros que na melhor das hipóteses as impede de ter um relacionamento decente. Eu não estou desfazendo dos relacionamentos. Longe de mim. O que eu quero dizer é o mesmo que Mário Lago já disse: ' Gosto e preciso de ti, mas quero logo explicar. Não gosto por que preciso, preciso sim por gostar.' E esse é o grande lance dos relacionamentos! Não precisar da pessoa. Não precisar da pessoa pra sobreviver, não depender da pessoa para ser feliz. Eu sei que parece cliché dizer ' você precisa ser completa, não espere que alguém te complete' mas é a mais pura verdade. Nós temos que ser felizes sozinhas para depois conseguirmos ser felizes junto com outra pessoa. Outro dia, li um texto muito interessante em um blog que aborda assuntos relacionados a relacionamentos (http://abonitonaencalhada.blogspot.com/). No texto a autora fala sobre um casamento imaginário consigo mesma. Ela aborda a seguinte vertente: somos capazes de jurar a outra pessoa, coisas que não conseguimos aplicar a nós mesmas. Eu explico. Juramos a outra pessoa, na cerimônia de casamento, fidelidade, amor e respeito e muitas vezes não conseguimos ter atitudes que demonstrem o amor e o respeito que temos por nós mesmas. Por isso, proponho também, a todas vocês, um casamento consigo mesma. Pensem nisso..."
http://elesnaovalemumapipoca.blogspot.com/
domingo, 29 de agosto de 2010
Frase do dia ;)
"Acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz!"
(Fernando Anitelli)
(Fernando Anitelli)
domingo, 22 de agosto de 2010
Desapegar-se

Tem dia que bate aquela vontade de jogar fora tudo que tá pesando no quarto, seja aquela papelada inútil que acumula com anos de faculdade na ilusão de que sirvam um dia para a monografia que ainda não imagina o tema, aqueles chaveiros ultrapassados que se apega porque ganhou de alguém que já nem vê mais, pra talvez um dia dizer o que? "ah fulana, guardeu seu chaveiro pra vc ver a consideração por vc..."?, é, chaveiros medem graus de afeto...talvez..., se desfaz também das roupas que na esperança de que voltem a moda ou a servir, a gente insiste em deixar no armário...joga fora aquela escova de dente a mais de alguém que você quer tirar da sua vida também...resolve que fazer poemas não é tão legal assim e dá vontade de queimar o caderno com eles, mas aí a sessão descarrego acaba na hora, porque vc ainda quer lê-los um dia. O meu dia do desapego foi hoje...
E é quando o que importava não é mais tão importante assim, e de repente o valor que você dava a objetos inúteis, independente do significado ou pessoa que esteja por "trás" dele, não é o valor que a tal coisa mereça.
Todo mundo tem que ter esse dia do desapego...duas vezes no ano ou mais, no mínimo...(eu ainda acho que tenho feito isso muito pouco)...a sensação de liberdade de uma simples lata de lixo com tudo dentro, não se compara a admiração de entulhar até não saber quando, inutilidades carregadas de sentimentos, valores e o mais importante... a poeira do que não é mais ou do que não deve existir e que impede que o novo preencha esse espaço.Tente você também!
Por Tábatha.
domingo, 15 de agosto de 2010
Acordo de um inconstante.
Na luta para não ser pega de surpresa, a batalha acaba sendo o surpreendente. Principalmente quando não temos tempo de pensar em uma estratégia para escolher lados… ou para avaliarmos alguma possível perda. Daí a conseqüência do que pode ou não ser inconseqüente vem a tona com o tempo, e só me cabe esperar.
Não tenho mais nenhuma expectativa com relação a certas lutas específicas (já que cada um tem sempre alguma). Se tenho lutado é mais para não mudar essa falta de motivação do que para conseguir algo dela.
Eu não espero, não desespero...eu quero assim...inconstante.Já que a estabilidade ao seu lado seria uma desconfiança e a separação uma perda de tempo. Então fica combinado, a gente mata a vontade, deixa um lugar pra saudade, e tenta não se apaixonar!
obs: as reflexões são gerais, não pessoais.
Por Tábatha.
Não tenho mais nenhuma expectativa com relação a certas lutas específicas (já que cada um tem sempre alguma). Se tenho lutado é mais para não mudar essa falta de motivação do que para conseguir algo dela.
Eu não espero, não desespero...eu quero assim...inconstante.Já que a estabilidade ao seu lado seria uma desconfiança e a separação uma perda de tempo. Então fica combinado, a gente mata a vontade, deixa um lugar pra saudade, e tenta não se apaixonar!
obs: as reflexões são gerais, não pessoais.
Por Tábatha.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Por Brena
Bom, totalmente sem tempo de sentar mega inspirada e escrever (apesar de que assuntos nao têm faltado) vai mais um post da Brena Braz, que diz tudo o que eu também diria:
"Quem teve a infame idéia de determinar o que é certo pra vida das pessoas como se todo mundo tivesse que ser igual? “Tias velhas” que te perguntam toda semana porque você não tem um namorado sem cogitar a hipótese de que você não está namorando porque não aceita qualquer coisa e não vai pegar o primeiro “mala” que aparecer na sua frente com promessas idiotas. Quem foi que inventou que a gente tem uma idade pra casar? E que tem alguma coisa errada com a pessoa porque ela se aproxima dos 30 anos e não se casou ainda. Quem é o fiscal do tempo? Por que alguém não pode se casar com 40 anos? Acho estranho como as pessoas têm essa mania incontrolável de querer fiscalizar a vida das outras, ditando regras e criando padrões.
O resultado disso? Pessoas frustradas. Todas. Pessoas que fazem o que querem, mas se perguntam se deveriam fazer como manda a regra. Pessoas que seguem as regras, mas percebem que, no fundo, deveriam fazer o que elas realmente gostariam de fazer. Casamentos frustrados. Mulheres que se casam antes que fiquem “velhas demais” pra se casar. Homens que se casam porque empurraram um namoro com a barriga por sete anos (e agora a barriga está tão grande que ele se vê lerdo, prostrado diante da TV assistindo Faustão domingo à tarde enquanto a namorada passa creme de pepino na cara e faz chapinha no cabelo).
Você tem que ter 1,80m, pesar 50 quilos, ser loira, linda e difícil. Tomar a iniciativa? Jamais. Ter 31 anos e namorar um bonitão de 19? Tá louca! A menos que você seja a Ivete Sangalo... e mesmo assim, vai ter que agüentar as capas de jornais e revistas de todo o país divulgando o “mico”.
Namore caras mais velhos, ricos e independentes. Case-se antes dos 30. Seja linda. Independente. Ganhe bem - mesmo que todo seu dinheiro seja torrado em bolsas Louis Vuitton e sapatos Prada. Tenha um cachorro de bolsa. Sorria quando quiser chorar. Tome remédios pra dormir. Tenha o Prozac como seu melhor amigo. E, se sobreviver a tudo isso, me conte depois. Vou querer estar aqui pra saber..."
Brena Braz
"Quem teve a infame idéia de determinar o que é certo pra vida das pessoas como se todo mundo tivesse que ser igual? “Tias velhas” que te perguntam toda semana porque você não tem um namorado sem cogitar a hipótese de que você não está namorando porque não aceita qualquer coisa e não vai pegar o primeiro “mala” que aparecer na sua frente com promessas idiotas. Quem foi que inventou que a gente tem uma idade pra casar? E que tem alguma coisa errada com a pessoa porque ela se aproxima dos 30 anos e não se casou ainda. Quem é o fiscal do tempo? Por que alguém não pode se casar com 40 anos? Acho estranho como as pessoas têm essa mania incontrolável de querer fiscalizar a vida das outras, ditando regras e criando padrões.
O resultado disso? Pessoas frustradas. Todas. Pessoas que fazem o que querem, mas se perguntam se deveriam fazer como manda a regra. Pessoas que seguem as regras, mas percebem que, no fundo, deveriam fazer o que elas realmente gostariam de fazer. Casamentos frustrados. Mulheres que se casam antes que fiquem “velhas demais” pra se casar. Homens que se casam porque empurraram um namoro com a barriga por sete anos (e agora a barriga está tão grande que ele se vê lerdo, prostrado diante da TV assistindo Faustão domingo à tarde enquanto a namorada passa creme de pepino na cara e faz chapinha no cabelo).
Você tem que ter 1,80m, pesar 50 quilos, ser loira, linda e difícil. Tomar a iniciativa? Jamais. Ter 31 anos e namorar um bonitão de 19? Tá louca! A menos que você seja a Ivete Sangalo... e mesmo assim, vai ter que agüentar as capas de jornais e revistas de todo o país divulgando o “mico”.
Namore caras mais velhos, ricos e independentes. Case-se antes dos 30. Seja linda. Independente. Ganhe bem - mesmo que todo seu dinheiro seja torrado em bolsas Louis Vuitton e sapatos Prada. Tenha um cachorro de bolsa. Sorria quando quiser chorar. Tome remédios pra dormir. Tenha o Prozac como seu melhor amigo. E, se sobreviver a tudo isso, me conte depois. Vou querer estar aqui pra saber..."
Brena Braz
terça-feira, 3 de agosto de 2010
quinta-feira, 29 de julho de 2010
Trecho de Clarice.
Frase do dia: de Clarice Lispector.
"Farei o possível pra não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz."
"Farei o possível pra não amar demais as pessoas, sobretudo por causa das pessoas. Às vezes o amor que se dá pesa, quase como responsabilidade na pessoa que o recebe. Eu tenho essa tendência geral para exagerar, e resolvi tentar não exigir dos outros senão o mínimo. É uma forma de paz."
sábado, 17 de julho de 2010
Pra viver sem pressa

Tanta coisa a gente vive sem dar o devido valor aos segundos.Tantas palavras que esquecemos de memorizar para ter a sorte de poder lembrar-se delas em momentos ruins.
Tanta gente, tantos sentimentos, ações e escolhas perdem-se nessa correria de viver e não saber que a pressa impede que se viva de verdade.
É, todo mundo já aprendeu isso, mas volta e meia esquecemos e uma nova etapa vem para nos fazer lembrar. Eu pelo menos acabo de aprender de novo. A me policiar para ser mais tranquila nessa mania agitada de querer abraçar o mundo, falar tão rápido a ponto de não respirar, ou ouvir algo e nem saber onde encaixar isso em minhas recordações.
Amigos são o motivo e incentivo dessa busca pela vivência correta. A emoção, forte, chega quando a gente menos espera, vinda de gestos simples, carinho verdadeiro e demonstração de que sim, você fez diferença e significou algo para quem tá ali, com você. Nem só nesses momentos de surpresa, mas quando você, em uma tentativa de se divertir, descobre que não precisa de muito esforço, estar com eles basta, o sorriso vem fácil, as brincadeiras e o senso de humor chegam mais rápido ainda. Basta estar lá...querer estar...assim como eles mostram querer estar por você.
E é isso que desacelera...a vontade de não querer perder nenhum som da sua própria felicidade!
Por Tábatha.
Por Brena
Trecho do dia inspirado pela blogueira Brena Braz:
"Você sai de casa. Coloca um scarpin novo. Veste a roupa que mais combina com seu estado de espírito. Estampa na cara seu melhor sorriso. Sua melhor maquiagem. E vai pra melhor festa da cidade. E, toda festa, as mesmas músicas tocando. As mesmas caras te olhando. Os mesmos papos rolando. A mesma boca te beijando. Os mesmos braços te segurando. O mesmo cidadão te desejando. Mas isso, por enquanto, basta. A noite-sem-dia-seguinte tá valendo pra vocês.
Mas, e aí? Até onde vai? Até onde vocês dois podem ir, brincando de usar corpos na madrugada, sem se machucarem? E, se essa liberdade que vocês têm é tão grande assim, porque estão sempre um com o outro? Por que, toda vez que vocês se encontram, vocês colam um no outro? Cadê a porra da liberdade?"
http://ateondevai.blogspot.com
"Você sai de casa. Coloca um scarpin novo. Veste a roupa que mais combina com seu estado de espírito. Estampa na cara seu melhor sorriso. Sua melhor maquiagem. E vai pra melhor festa da cidade. E, toda festa, as mesmas músicas tocando. As mesmas caras te olhando. Os mesmos papos rolando. A mesma boca te beijando. Os mesmos braços te segurando. O mesmo cidadão te desejando. Mas isso, por enquanto, basta. A noite-sem-dia-seguinte tá valendo pra vocês.
Mas, e aí? Até onde vai? Até onde vocês dois podem ir, brincando de usar corpos na madrugada, sem se machucarem? E, se essa liberdade que vocês têm é tão grande assim, porque estão sempre um com o outro? Por que, toda vez que vocês se encontram, vocês colam um no outro? Cadê a porra da liberdade?"
http://ateondevai.blogspot.com
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Felicidade contida.
Quando a felicidade chega de um jeito inesperado, daquele jeito de quando a gente abre a porta confuso e daí ela entra resolvendo todos os seus problemas fica difícil não temer.
É ruim, porque ao invés de sair por ai a avisar o mundo que você tá bem e quer comemorar, a vontade diminui um pouco porque isso tem consequências também. O quê?Simples...pessoas que não tem o que fazer e preferem tentar fuder ou colocar olho gordo na vitória dos outros.
Não, não tenho medo de perder nada pra ninguém ou de achar que a força ruim que podem colocar em cima de mim dará certo, mas me faz mal, só de sentir, não é preciso nem saber.
Mas quando tem como deixar isso de lado, não dá pra deixar de se sentir sortuda, e nem pra deixar de pensar "mereci". É tanta coisa que todo mundo faz e não tem retorno, uns param de fazer porque desistem, e perdem o final, outros continuam porque sabem que é só assim que dá certo, e um dia vai. E vai.... vai e te deixa ao ponto de querer abrir todas as outras portas depois desta...tanta é a vontade de sair do lugar, de não conseguir ficar quieta, de querer mais...e mais...porque não ter a curiosidade de abrir a próxima quando a de trás se fecha, não é para mim!
Por Tábatha.
É ruim, porque ao invés de sair por ai a avisar o mundo que você tá bem e quer comemorar, a vontade diminui um pouco porque isso tem consequências também. O quê?Simples...pessoas que não tem o que fazer e preferem tentar fuder ou colocar olho gordo na vitória dos outros.
Não, não tenho medo de perder nada pra ninguém ou de achar que a força ruim que podem colocar em cima de mim dará certo, mas me faz mal, só de sentir, não é preciso nem saber.
Mas quando tem como deixar isso de lado, não dá pra deixar de se sentir sortuda, e nem pra deixar de pensar "mereci". É tanta coisa que todo mundo faz e não tem retorno, uns param de fazer porque desistem, e perdem o final, outros continuam porque sabem que é só assim que dá certo, e um dia vai. E vai.... vai e te deixa ao ponto de querer abrir todas as outras portas depois desta...tanta é a vontade de sair do lugar, de não conseguir ficar quieta, de querer mais...e mais...porque não ter a curiosidade de abrir a próxima quando a de trás se fecha, não é para mim!
Por Tábatha.
domingo, 11 de julho de 2010
À tona.
"Ao final do dia, quando tudo termina, tudo que a gente mais quer é estar perto de alguém. Então essa coisa onde a gente mantém distância e finge não se importar com os outros é geralmente uma besteirada. Então nós escolhemos aqueles que queremos permanecer próximos e, uma vez que escolhemos tais pessoas, tendemos a manter contato. Não importa o quanto machuquemos elas, as pessoas que ainda estão contigo ao final do dia são aquelas que se vale a pena manter. E, claro, às vezes próximo pode ser próximo demais. Mas, às vezes, aquela invasão de espaço pessoal pode ser exatamente aquilo que você precisa."
Trecho da série Grey´s.
Trecho da série Grey´s.
terça-feira, 29 de junho de 2010
O que não vem.
Tanta falta faz um sentimento. Algo que pensei que cuja ausência traria alívio, agora me traz vazio. A dificuldade do encanto, da semelhança que arrebata e faz perder o rumo da conversa.
É tão estranho, tão sem sentido. Uma procura que não acaba. Um lugar que não chega. E quando talvez possa ter chegado, já está ocupado.
Dizem que a maioria das pessoas sempre trava uma guerra contra o próprio gostar, as quais acabam em paz, vitórias ou tréguas desconfortáveis, eu tenho medo da guerra em que eu ainda tenho que lutar, aquela que não começa e me causa mais ansiedade ainda por não dar indício do inimigo. Mas se é certo que o inesperado é que muda as nossas vidas, aguardo sem pressa.
Por Tábatha.
É tão estranho, tão sem sentido. Uma procura que não acaba. Um lugar que não chega. E quando talvez possa ter chegado, já está ocupado.
Dizem que a maioria das pessoas sempre trava uma guerra contra o próprio gostar, as quais acabam em paz, vitórias ou tréguas desconfortáveis, eu tenho medo da guerra em que eu ainda tenho que lutar, aquela que não começa e me causa mais ansiedade ainda por não dar indício do inimigo. Mas se é certo que o inesperado é que muda as nossas vidas, aguardo sem pressa.
Por Tábatha.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Irreversível.
Não entendo porque falamos e colocamos tanto em prática o verbo adiar.
Adiar... um sofrimento, uma vitória, um passo, uma decisão, uma verdade, um conselho... tantas horas perdidas nesse meio tempo que deixamos de lado por receio.
O que poderia ter acontecido dentro dele se não tivesse sido adiado?
Por quê, O quê...perguntas que depois são feitas e martelam na consciência que não nos deixa em paz. Há tanto a ser feito, e ainda assim há tanto que tememos fazer. Receio do que afinal? Do ridículo, da incerteza, do sofrimento, da rejeição, do erro... Mas uma coisa é certa, o arrependimento de ter adiado é sempre pior do que o medo de agir...
Por Tábatha.
Adiar... um sofrimento, uma vitória, um passo, uma decisão, uma verdade, um conselho... tantas horas perdidas nesse meio tempo que deixamos de lado por receio.
O que poderia ter acontecido dentro dele se não tivesse sido adiado?
Por quê, O quê...perguntas que depois são feitas e martelam na consciência que não nos deixa em paz. Há tanto a ser feito, e ainda assim há tanto que tememos fazer. Receio do que afinal? Do ridículo, da incerteza, do sofrimento, da rejeição, do erro... Mas uma coisa é certa, o arrependimento de ter adiado é sempre pior do que o medo de agir...
Por Tábatha.
domingo, 27 de junho de 2010
Tempo em papel.
Sorriso em pause, olhar captado, aquele jeito de redesenhar o cabelo e o corpo levemente tombando em seu costumeiro parar... uma simples fotografia. Queria eu poder paralisar também o momento daquele flash.
Recuperar os segundos que antecedem aquela linha da boca se abrindo em felicidade, ou os olhos comprimindo-se juntamente com um olhar para acompanhar esse movimento. Tantos detalhes...
Ah se todos tivessem a mesma oportunidade de guardar momentos como esse, ou a idéia de que talvez não se repetissem, um desenho imóvel bastaria.
O retrato já opaco no mural, a lembrança embaçada pelo tempo... e ainda assim o alívio por ter me lembrado de gravar aquilo... para não esquecer, para não desmanchar, para ter algo para crer...o alguém que um dia pude admirar.
"...O tempo vem para embaçar a memória e a fotografia para deixar tudo mais claro..."
Por Tábatha.
Recuperar os segundos que antecedem aquela linha da boca se abrindo em felicidade, ou os olhos comprimindo-se juntamente com um olhar para acompanhar esse movimento. Tantos detalhes...
Ah se todos tivessem a mesma oportunidade de guardar momentos como esse, ou a idéia de que talvez não se repetissem, um desenho imóvel bastaria.
O retrato já opaco no mural, a lembrança embaçada pelo tempo... e ainda assim o alívio por ter me lembrado de gravar aquilo... para não esquecer, para não desmanchar, para ter algo para crer...o alguém que um dia pude admirar.
"...O tempo vem para embaçar a memória e a fotografia para deixar tudo mais claro..."
Por Tábatha.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Do que será.
“Eu já vi essa história...”, é o que sempre se escuta.
É uma amiga aconselhando, a mãe em um aviso, um (des)conhecido a espalhar... e por ai vai.
Mas será que ninguém tem direito de dar a própria cara a tapa?De achar que dar uma chance a mais pode sim ter uma história diferente, ou se não tiver ela viu o reprise do próprio sofrimento e nada além disso?
Ou de enfrentar sim o novo com esperanças ou não e por isso mesmo vivê-lo pra saber o que foi ou o que será?
Tantas incertezas mas certezas, fique com a convicção, a seriedade da sua força, desejo e responsabilidade pelo seu presente e vá...vá... assumir a PRÓPRIA vida e as conseqüências que escolheu pra você mesmo, e não a dos outros...
É como um livro interessantísimo diz:
"Mas o homem, porque não tem senão uma vida, não tem nenhuma possibilidade de verificar a hipótese através de experimentos, de maneira que não saberá nunca se errou ou acertou ao obedecer a um sentimento." (A Insustentável leveza do ser).
Por Tábatha.
É uma amiga aconselhando, a mãe em um aviso, um (des)conhecido a espalhar... e por ai vai.
Mas será que ninguém tem direito de dar a própria cara a tapa?De achar que dar uma chance a mais pode sim ter uma história diferente, ou se não tiver ela viu o reprise do próprio sofrimento e nada além disso?
Ou de enfrentar sim o novo com esperanças ou não e por isso mesmo vivê-lo pra saber o que foi ou o que será?
Tantas incertezas mas certezas, fique com a convicção, a seriedade da sua força, desejo e responsabilidade pelo seu presente e vá...vá... assumir a PRÓPRIA vida e as conseqüências que escolheu pra você mesmo, e não a dos outros...
É como um livro interessantísimo diz:
"Mas o homem, porque não tem senão uma vida, não tem nenhuma possibilidade de verificar a hipótese através de experimentos, de maneira que não saberá nunca se errou ou acertou ao obedecer a um sentimento." (A Insustentável leveza do ser).
Por Tábatha.
sábado, 29 de maio de 2010
Medos.

E ela tem tantos medos.Quando foi mesmo que o medo do escuro e de ficar sozinha em casa tornaram-se insignificantes?
Medo da perda...perda de um amigo que pode se distanciar,de uma paixão que descobriu que ela consegue sofrer ou de alguém da família que pode partir sem perceber que junto partem muitas das motivações dela.
Medo pelo medo dos outros...que é quando poucas vezes na vida ela sente que não consegue dissipar a angústia de uma pessoa querida porque passa a pertencer a ela também.
Medo do status que diz respeito ao relacionamento...estar solteira e sentir medo de não encontrar quem a mereça ou de se comprometer e descobrir que é só mais uma em um relacionamento que depois de algum tempo terá alguma traição ou um fim memorável até demais.
Medo de não conseguir se conter...falar algo que magoa mas que se contido explode no peito como algo que queima se não for expulso ou de agir por impulsividade e depois vivenciar as consequências.
Medo do acaso...aquele que a coloca em situações únicas e desconcertantes, servindo apenas para confundir pensamentos já trabalhados.
Medo...estado de alerta...limitação...timidez...ansiedade...ela faz desse sentimento vários outros.
E enquanto os nomeia...o medo do sinônimo que o estado atual receberá a apavora!
Por Tábatha.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
À minha MÃE.
Sendo uma das características principais das pinturas de Da Vinci a utilização de figuras humanas perfeitas e com expressões de sentimento, detalhismo artístico, pediríamos que pintasse o seu rosto, que mais do que qualquer perfeição de mulher, é espelho da sua alma, por meio do qual você não consegue esconder nada, alegria, frustração, medo, amor, preocupação...
Ao olhar para a sua determinação e força de vontade, e notar cada vez mais como isso só te torna cada vez mais vital, temos que concordar com a frase do filósofo Sócrates, que diz que: “A ociosidade é que envelhece, não o trabalho”.
Discordamos do significado do Wikipédia para a palavra Mãe, de que ‘é o ser do sexo feminino que gera uma vida’, não, não é só isso... e só quem é sabe descrever...mas nos atrevemos a tentar simplificar que Mãe é tudo, é amiga, é amor, é paciência, é equilíbrio, é eternidade, é família, é pressentimento, é cuidado, é doação, é exemplo!
Impossível que a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) consiga um coração mais recheado de amor e compaixão como o seu, caso existisse forma de medir o grau de sentimento do órgão.
Propagandas de roupas... tão tolas essas revistas Nova, Marie Claire, que exibem modelos com cara de morte e fome, eu preferiria você e os seus vestidos coloridos ou listrados, cujo sorriso do seu rosto, quando feliz, ilumina não só você, mas transmite leveza e luz, que saem dos seus olhinhos brilhantes, para qualquer foto tirada no exato momento.
A distância ajuda a sentir coisas que não se sente no aconchego do dia a dia e companhia, daí a escritora Martha Medeiros diz bem qual sentimento dói mais com a separação pelos Km, “Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade...”.
Aliás, já que o Lula anuncia tantas futuras obras, porque não resolve encurtar a estrada entre Mariana e Sete Lagoas para o bem de todos? =p
Governar uma casa, uma família, um cotidiano... quem é a Rainha Elizabeth da Inglaterra de 1558 para merecer mais o trono do que você merecer o título de mulher maravilhosa e mãe.
Tantos elogios não querem imitar o sensacionalismo praticado pela Veja, que é o exagero, apelo forte às emoções, não, não, só dissemos nada mais do que a verdade, e ainda faltando muito mais qualidades a serem atribuídas a você como mulher, mãe e esposa.
Parecermos-nos com a série A Grande Família, pode até chegar perto, com todas as suas conturbações, histórias cômicas e trágicas, da gargalhada ao drama, porém há também a beleza da união tão grande que chega a causar inveja em muita gente.
E quando a discussão ou temperamento alterado é inevitável, e a consequência do sofrimento e mágoa permeiam, é fácil e instantâneo lembrar que será passageiro; que momentos felizes, conversas compreensivas e o amor é que irão persistir. Pois é como cita o grande poeta Carlos Drummond de Andrade: “Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão”.
Pois é, e ainda não sei como a jornalista Fátima Bernardes ainda não noticiou sobre a melhor mãe do mundo, e para nós sobre a melhor família que poderíamos ter. =p
Em homenagem ao dia das mães.
...
Por Tábatha.
Ao olhar para a sua determinação e força de vontade, e notar cada vez mais como isso só te torna cada vez mais vital, temos que concordar com a frase do filósofo Sócrates, que diz que: “A ociosidade é que envelhece, não o trabalho”.
Discordamos do significado do Wikipédia para a palavra Mãe, de que ‘é o ser do sexo feminino que gera uma vida’, não, não é só isso... e só quem é sabe descrever...mas nos atrevemos a tentar simplificar que Mãe é tudo, é amiga, é amor, é paciência, é equilíbrio, é eternidade, é família, é pressentimento, é cuidado, é doação, é exemplo!
Impossível que a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) consiga um coração mais recheado de amor e compaixão como o seu, caso existisse forma de medir o grau de sentimento do órgão.
Propagandas de roupas... tão tolas essas revistas Nova, Marie Claire, que exibem modelos com cara de morte e fome, eu preferiria você e os seus vestidos coloridos ou listrados, cujo sorriso do seu rosto, quando feliz, ilumina não só você, mas transmite leveza e luz, que saem dos seus olhinhos brilhantes, para qualquer foto tirada no exato momento.
A distância ajuda a sentir coisas que não se sente no aconchego do dia a dia e companhia, daí a escritora Martha Medeiros diz bem qual sentimento dói mais com a separação pelos Km, “Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, dóem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é saudade...”.
Aliás, já que o Lula anuncia tantas futuras obras, porque não resolve encurtar a estrada entre Mariana e Sete Lagoas para o bem de todos? =p
Governar uma casa, uma família, um cotidiano... quem é a Rainha Elizabeth da Inglaterra de 1558 para merecer mais o trono do que você merecer o título de mulher maravilhosa e mãe.
Tantos elogios não querem imitar o sensacionalismo praticado pela Veja, que é o exagero, apelo forte às emoções, não, não, só dissemos nada mais do que a verdade, e ainda faltando muito mais qualidades a serem atribuídas a você como mulher, mãe e esposa.
Parecermos-nos com a série A Grande Família, pode até chegar perto, com todas as suas conturbações, histórias cômicas e trágicas, da gargalhada ao drama, porém há também a beleza da união tão grande que chega a causar inveja em muita gente.
E quando a discussão ou temperamento alterado é inevitável, e a consequência do sofrimento e mágoa permeiam, é fácil e instantâneo lembrar que será passageiro; que momentos felizes, conversas compreensivas e o amor é que irão persistir. Pois é como cita o grande poeta Carlos Drummond de Andrade: “Mas as coisas findas muito mais que lindas, essas ficarão”.
Pois é, e ainda não sei como a jornalista Fátima Bernardes ainda não noticiou sobre a melhor mãe do mundo, e para nós sobre a melhor família que poderíamos ter. =p
Em homenagem ao dia das mães.
...
Por Tábatha.
Sobre tudo.
Mudanças são bem vindas. Não se sabe é o que fazer quando elas te tiram do eixo de algo bom e mudam alguns aspectos da nossa vida. No meu caso é fácil, eu me adapto rapidamente. Não deixo de lado o que era realmente verdadeiro antes da mudança, porém não sou resistente a também ter o novo como parte da rotina.Já fui muito mais hiperativa. Gosto de ter várias coisas pra fazer e me desespero ao não ter para onde sair. Hoje me acalmo mais diante do ‘’nada’’ e me sinto a vontade somente vendo um filme. Amo filmes e livros, e cada vez mais tento aumentar a minha cultura em relação a todos os tipos de assuntos. Admiro a diversidade e também a opinião que se tira dela para saber julgar se realmente algo é bom ou ruim, e não julgar sem conhecer a fundo; é, começo a perceber agora. Além disso, sei também admitir quando não entendo ou sei algo, mas não me recuso a aprender sempre mais.
Acredito em coincidências, mas nem por isso me torno escrava delas acreditando que tudo tem um significado, não, isso seria destino, e tenho visto que é mais fácil lidar com o presente do que pensar que o futuro é que nos livrará dessa tarefa.
É claro que quando se trata de paixão as maneiras de acreditar se transformam em mil, uma forma é esperançosa, outra cética, outra sonhadora, neurada,e por ai vai... porém pra cada uma a gente encontra a certa, porque aprende a enxergar melhor as pessoas, mesmo que diversas vezes quebre a cara, sempre sabe que aprendeu um pouco mais sobre novas maneiras..
Não espero o pra sempre,a não ser da mão estendida dos meus pais e irmãs,mas tenho fé na intenção do outro, que é a única garantia que se pode ter e perceber de alguém.Fidelidade é escolha, não deve ser obrigação, então cabe a cada um decidir.
Vinte anos de idade e ainda um mundo para conhecer e experiências demais pra vivenciar...dá um frio na barriga!Mas coragem há de sobra, vontade também. E medo pra quê?Tantos amigos, que já sei e conto nos dedos os que posso contar, e agradeço todos os dias por tê-los. E a família então?Nossa,nem caabe no peito tanto amor, tanta vontade de apertar e nunca mais soltar ou imaginar um dia deixar um deles partir. É, sou sensível também =p.
Gosto de boas intenções... e não me acho a boazinha porque também sou humana, estouro, estresso, aliás, faço isso calada, e quando não dá, nem queira ver. Me apaixono intensamente, e só soube o que era isso uma única vez, porque me empolgo muito fácil, mas desempolgo também, e nem sempre a culpa é minha.
Escrevo porque desabafa, e porque depois ou você ri ou volta para refletir do mesmo assunto ou vontade que te fez escrever aquilo um dia. E por ai vai... Então começo minhas divagações... e pensamentos... Imediatos!
Por Tábatha.
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